O ditador venezuelano Nicolás Maduro foi preso após uma ofensiva militar realizada pelos Estados Unidos em território da Venezuela. A informação foi divulgada por autoridades americanas e repercutida por grandes veículos da imprensa internacional neste sábado (03/01/2026).
Segundo o governo dos EUA, a operação ocorreu durante a madrugada e teve como alvo estruturas estratégicas em Caracas. Explosões foram registradas na capital venezuelana, acompanhadas de falhas no fornecimento de energia e interrupções nas comunicações. Após a ação militar, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou publicamente que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país sob custódia americana.
Agências internacionais destacam que, até o momento, não houve apresentação pública de Maduro, nem divulgação oficial do local onde ele estaria detido. A confirmação da prisão parte exclusivamente de declarações do governo dos Estados Unidos e de parlamentares aliados à Casa Branca.
O governo venezuelano reagiu classificando a operação como uma violação grave da soberania nacional e do direito internacional. Autoridades ligadas ao regime chavista afirmam que se trata de um “sequestro” e exigem prova de vida do ditador, além de explicações formais por parte de Washington.
Parlamentares americanos afirmam que a prisão estaria relacionada a processos já existentes na Justiça dos EUA, que acusam Maduro de envolvimento com narcotráfico, terrorismo e corrupção internacional. Essas acusações vêm sendo sustentadas há anos por investigações conduzidas por órgãos federais norte-americanos.
Governos europeus adotaram cautela. O Reino Unido declarou não ter participado da operação e informou que acompanha os desdobramentos com atenção. Até o momento, organismos multilaterais como a ONU não emitiram posicionamento oficial.
Analistas internacionais apontam que, caso a prisão seja confirmada com provas formais, o episódio representa uma ruptura inédita nas relações diplomáticas do continente e pode acelerar o colapso do regime chavista, no poder desde 1999.
A situação permanece instável, com risco de reação interna das Forças Armadas venezuelanas e impactos diretos no cenário político e energético da América Latina. Novos desdobramentos são esperados nas próximas horas.










